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EIXO TEMÁTICO: EIXO TEMÁTICO 3 — Integração e Transversalidade: Conexões Intra e Intersetoriais para um Sistema de Saúde Inteligente e Responsivo

CATEGORIA: Nível Central – Experiências desenvolvidas na gestão ou nos serviços de saúde a nível central da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco.

Reestruturação da Linha de Cuidado em Ortopedia em Pernambuco: integração entre regulação, atenção hospitalar e rede ambulatorial estadual

Aprovado

ID: 5094

Autores

Autor Principal: Moara Maria Silva Cardozo
Coautores:

  1. Larissa Morélia Sá Vieira Macêdo
  2. Mariana Farias Gomes
  3. Luana Ketlen Cavalcanti de Lima Felix
  4. Carolina Fonseca Reis de Souza
  5. Georgia Linhares Petrola Bastos
  6. Glívia Maria Barros Delmondes
  7. Ricardo Lyra
  8. Bruna Rafaela Dornelas de Andrade Lima Monteiro


Período de Realização

Início da atuação dos médicos ortopedistas na regulação estadual em junho de 2025.

Objeto da Experiência

Implantação de modelo inovador de gestão do cuidado ortopédico, articulando regulação, internamento hospitalar e atendimento ambulatorial.

Objetivos

Reestruturar o fluxo assistencial da Ortopedia em Pernambuco, integrando regulação, internações hospitalares e rede ambulatorial. Busca-se reduzir a fragmentação do cuidado, otimizar recursos hospitalares e fortalecer a efetividade e a integralidade da Ortopedia no estado.

Descrição da Experiência

A Central de Regulação Hospitalar (CRH) iniciou a reestruturação da linha de cuidado em Ortopedia, integrando a regulação clínica de leitos com a atenção especializada ambulatorial. Médicos ortopedistas passaram a compor a bancada da regulação hospitalar, analisando a gravidade e o perfil assistencial para definir urgências, internações eletivas ou encaminhamentos ambulatoriais. A escala dos ortopedistas se dividia em turnos na regulação hospitalar e no atendimento ambulatorial no hospital.

Resultados

Evidencia-se avanços na qualificação da regulação e na articulação entre os níveis assistenciais através de modelo inovador que permite que o mesmo médico atue a nível de regulação hospitalar e atendimento ambulatorial, garantindo continuidade e integralidade do cuidado. Essa estratégia tem promovido maior precisão na definição de prioridades, melhor comunicação e redução de internações sem indicação cirúrgica imediata, fortalecendo a resolutividade e a integração entre gestão e prática clínica.

Aprendizado e Análise Crítica

A presença do ortopedista na regulação revelou-se estratégica para transformar a lógica de acesso, antes centrada apenas na vaga hospitalar, em um processo clínico de decisão compartilhada. Entre os desafios, destacam-se a sustentabilidade das escalas médicas e a incorporação definitiva do modelo à rotina da regulação estadual, com protocolos e responsabilidades compartilhadas que garantam sua perenidade e expansão para outras especialidades.

Conclusões e/ou Recomendações

A reestruturação da linha ortopédica consolida um modelo inovador de governança clínica e integração em rede, coerente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 3 (Saúde e Bem-Estar), 9 (Inovação e Infraestrutura) e 16 (Instituições Eficazes). O modelo é replicável em outras especialidades e territórios, por unir eficiência administrativa e cuidado centrado no paciente, fortalecendo a gestão pública em saúde e a equidade de acesso no SUS.


Declaração de Conformidade com o Edital: ✅ Sim

Declaração de Cessão de Direitos: ✅ Sim

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