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EIXO TEMÁTICO: EIXO TEMÁTICO 3 — Integração e Transversalidade: Conexões Intra e Intersetoriais para um Sistema de Saúde Inteligente e Responsivo

CATEGORIA: Região de Saúde (Geres) – Experiências desenvolvidas na gestão ou nos serviços de saúde no âmbito regional.

Gestão estratégica da sazonalidade respiratória pediátrica: experiência exitosa no Hospital Barão de Lucena com foco na qualidade e segurança do paciente

Aprovado

ID: 4689

Autores

Autor Principal: Carolina Paim Gomes de Freitas
Coautores:

  1. Genes Felipe Rocha Cavalcanti
  2. Rodrigo Guido de Araújo
  3. Marcos Antônio de Oliveira Souza
  4. Camilla de Oliveira Arouca Walmsley
  5. Jamilka Leopoldina da Costa Silva Merlo
  6. Adriano dos Santos Arruda
  7. Wagner Costa de Souza Lima
  8. Tayrony Queiroz dos Santos
  9. Cícero Fernandes de Araújo
  10. Maria Madalena Job Vasconcelos Archanjo
  11. Andréa Dantas Cavalcanti Santos
  12. Márcia Cristina Martins dos Santos


Período de Realização

fevereiro a setembro de 2025.

Objeto da Experiência

Plano do HBL para enfrentar a sazonalidade respiratória pediátrica, com ampliação de leitos, capacitação das equipes e foco na segurança do paciente.

Objetivos

Relatar a experiência de planejamento e execução do plano estratégico para enfrentamento da sazonalidade respiratória pediátrica no Hospital Barão de Lucena, destacando ações estruturais e assistenciais voltadas à segurança do paciente e à melhoria da qualidade hospitalar.

Descrição da Experiência

A iniciativa baseou-se na gestão por processos e no ciclo PDCA, articulando as diretorias médica, assistencial e administrativa. Abrangeu diagnóstico situacional, ampliação de leitos, criação de fluxos exclusivos e implantação do PEWS para detecção precoce de deterioração clínica. Incluiu capacitação multiprofissional, monitoramento de indicadores e atuação contínua do Comitê de Crise Sazonal, com foco em planejamento antecipado e mitigação de riscos assistenciais.

Resultados

O plano “Sazonalidade Pediátrica 2025” resultou em redução de 18% na taxa média de ocupação dos leitos respiratórios (94%) e de 1,6 dia no tempo médio de permanência hospitalar, refletindo maior eficiência operacional. Houve queda de 50% nos óbitos por SRAG, sem registros nas enfermarias pediátricas. Não ocorreram surtos virais e os eventos adversos reduziram 40%. A satisfação profissional alcançou 88%, evidenciando avanço na segurança, resolutividade e integração assistencial.

Aprendizado e Análise Crítica

A antecipação de medidas e o uso de protocolos clínicos estruturados, como o PEWS, resultaram em redução expressiva de eventos adversos e aumento da resolutividade assistencial. A integração entre gestão, equipe multiprofissional e vigilância epidemiológica mostrou-se essencial para conter surtos e otimizar fluxos. Evidenciou-se a relevância da comunicação institucional e da educação continuada como pilares para a sustentabilidade e consolidação da cultura de segurança do paciente.

Conclusões e/ou Recomendações

O enfrentamento da sazonalidade respiratória no HBL consolidou práticas replicáveis e sustentáveis de gestão em saúde pública, com impacto positivo na qualidade assistencial. Recomenda-se iniciar o planejamento em março, reforçar recursos humanos e leitos na sazonalidade e manter vigilância de indicadores. A experiência confirma que gestão estratégica, comunicação efetiva e cultura de segurança são essenciais para uma assistência de excelência.


Declaração de Conformidade com o Edital: ✅ Sim

Declaração de Cessão de Direitos: ✅ Sim

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