EIXO TEMÁTICO: EIXO TEMÁTICO 2 — Atenção Primária e Políticas Estratégicas: Integração com a RAS para Construção de Cuidado com Equidade

CATEGORIA: Município – Experiências desenvolvidas na gestão ou nos serviços de saúde municipais.

PROGRAMA RIACHO SEM OBESIDADE INFANTIL: UMA ESTRATÉGIA DE PROMOÇÃO À SAÚDE DAS CRIANÇAS.

Rejeitado

ID: 4365

Autores

Autor Principal: Diêgo Edmilson de Miranda
Coautores:

  1. Raul César Tabosa, Gabriela Martins Bezerra, Ieda Rodrigues de Freitas e Eliane Braz da Silva Arruda.


Período de Realização

O trabalho foi realizado entre janeiro de 2022 a dezembro de 2024.

Objeto da Experiência

Avaliar todas as crianças menores de 10 anos do município, fornecendo atendimentos individualizado para aquelas com sobrepeso e obesidade na APS.

Objetivos

Fornecer atendimento para crianças menores de 10 anos com sobrepeso e obesidade na APS, para tratar os desequilíbrios nutricionais, assim como diminuir a incidência de doenças crônicas degenerativas relacionadas, e reduzir gastos públicos com tratamentos de média e alta complexidade.

Descrição da Experiência

O público alvo incluí as crianças de até 10 anos residentes no município nas zonas urbana e rural. O cronograma das atividades incluiu avaliação nutricional através do IMC e atendimento ambulatorial na APS dos acometidos com sobrepeso/obesidade. As avaliações infantis ocorreram nas escolas municipais, já os atendimentos ambulatoriais foram realizados nas UBS’s através de encaminhamento da própria equipe e/ou pela demanda espontânea.

Resultados

A amostra avaliada no público de 0 a 5 anos foi de 1.182 crianças através do IMC, evidenciaram uma prevalência de 17,77% em 2022, 18,02% em 2023 e 16,65% em 2024 de sobrepeso e obesidade. Já as crianças de 5 a 10 anos (989 amostras) a incidência de sobrepeso e obesidade foi de 35,89%, em 2023 esse índice foi de 34,13% de 964 avaliações, e em 2024 foi de 31,49% de 997 avaliações, mostrando uma diminuição de sobrepeso e obesidade nessa faixa etária.

Aprendizado e Análise Crítica

De acordo com dados do Ministério da Saúde municípios de pequeno porte, como R. das Almas, contribuem negativamente com as estatísticas relacionadas a obesidade infantil. Sendo um fator que corrobora com o índice do excesso de peso é a falta de acompanhamento nutricional individualizado realizado por nutricionista as crianças, serviço esse que de acordo com as diretrizes do SUS não são ofertados na APS, mesmo sabendo que nessa fase ocorre a determinação do hábito alimentar inicial da mesma.

Conclusões e/ou Recomendações

Os resultados encontrados sugerem que a política pública adotada vem promovendo o equilíbrio ponderal, e obtenção do bem-estar físico, mental e social, além de prevenir doenças crônicas não transmissíveis. Sendo assim, fica evidente que o trabalho voltado para o atendimento ambulatorial as crianças de até 10 anos que são imprescindíveis para obtermos a reversão do quadro inicial e melhorarmos ainda mais o atual que nos encontramos.


Declaração de Conformidade com o Edital: ✅ Sim

Declaração de Cessão de Direitos: ✅ Sim

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